Deputados e senadores querem garantir recursos para projetos de estímulo à leitura no Brasil
A Frente Parlamentar Mista da Leitura vai trabalhar para que deputados e senadores apresentem emendas ao Orçamento da União de 2009 aumentando o volume de recursos federais para projetos de estímulo à leitura em todo o país. A proposta foi feita pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF) na tarde desta quarta-feira (15), durante a primeira reunião de trabalho da Frente. “Esse é o momento de articularmos junto aos parlamentares para que as áreas da Educação e Cultura sejam fortalecidas no próximo ano”, acatou o presidente da Frente, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR).
Ex-ministro da Educação, Buarque disse que é muito difícil publicar um livro no Brasil e que a Frente Parlamentar da Leitura poderá atuar de forma efetiva para dar prioridade aos programas de leitura dentro da rede pública de ensino, fortalecendo também a Educação no país.
Marcelo Almeida destacou que a primeira contribuição da Frente para estimular a leitura no país será a luta pela criação do Fundo Pró-Leitura. Este será o principal tema do I Seminário de Incentivo à Leitura no Brasil, que a Frente promove no próximo dia 29 de outubro, Dia Nacional do Livro. O Fundo, que será formado por 1% do faturamento anual do setor editorial brasileiro, vai gerar cerca de R$ 40 milhões por ano para financiar as ações previstas no Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).
“O Fundo ainda não foi criado por falta de entendimento dentro do próprio Governo. Neste seminário, nosso objetivo é pontuar todos os impasses e encontrar as soluções para tirar o Fundo do papel e dar um grande passo em favor da leitura”, destacou Almeida.
A começar em mim – Todos os deputados e senadores que apoiaram a criação da Frente Parlamentar da Leitura ganharam de Marcelo Almeida um exemplar do livro “Os meninos da rua Paulo”, de Ferenc Molnár. “Quem vai tratar da leitura no país precisa, primeiro, ser um bom leitor”, justificou o presidente da Frente.
A iniciativa deu certo. O deputado Alex Canziani (PTB-PR) disse que “só pelo fato de ter ganhado este livro já valeu a pena entrar na Frente”. O deputado, que tem mais de dois metros de altura, confessou que chorou “copiosamente” no vôo desta semana de Londrina a Brasília.
Também por sugestão do senador Cristovam Buarque, a segunda reunião de trabalho da Frente, cuja data será marcada no I Seminário de Incentivo à Cultura no Brasil, terá a seguinte pauta: apresentação de propostas concretas para melhorar os índices de leitura no Brasil e discussão do livro “Os meninos da rua Paulo”. O senador inspirou-se no programa Conversa Entre Amigos, que Almeida promove há quatro anos no Paraná e que já conta com mais de 600 leitores cadastrados, que se reúnem regularmente para debater uma obra literária.
Além de Almeida, Buarque e Canziani, participaram da reunião da Frente os deputados Barbosa Neto (PDT-PR), Luiz Carlos Setim (DEM-PR), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Ratinho Júnior (PSC-PR) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), o presidente da Associação Nacional de Livrarias, Vitor Tavares, e a Rosália Guedes, do Plano Nacional do Livro e Leitura.
A Frente Parlamentar Mista da Leitura vai trabalhar para que deputados e senadores apresentem emendas ao Orçamento da União de 2009 aumentando o volume de recursos federais para projetos de estímulo à leitura em todo o país. A proposta foi feita pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF) na tarde desta quarta-feira (15), durante a primeira reunião de trabalho da Frente. “Esse é o momento de articularmos junto aos parlamentares para que as áreas da Educação e Cultura sejam fortalecidas no próximo ano”, acatou o presidente da Frente, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR).
Ex-ministro da Educação, Buarque disse que é muito difícil publicar um livro no Brasil e que a Frente Parlamentar da Leitura poderá atuar de forma efetiva para dar prioridade aos programas de leitura dentro da rede pública de ensino, fortalecendo também a Educação no país.
Marcelo Almeida destacou que a primeira contribuição da Frente para estimular a leitura no país será a luta pela criação do Fundo Pró-Leitura. Este será o principal tema do I Seminário de Incentivo à Leitura no Brasil, que a Frente promove no próximo dia 29 de outubro, Dia Nacional do Livro. O Fundo, que será formado por 1% do faturamento anual do setor editorial brasileiro, vai gerar cerca de R$ 40 milhões por ano para financiar as ações previstas no Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).
“O Fundo ainda não foi criado por falta de entendimento dentro do próprio Governo. Neste seminário, nosso objetivo é pontuar todos os impasses e encontrar as soluções para tirar o Fundo do papel e dar um grande passo em favor da leitura”, destacou Almeida.
A começar em mim – Todos os deputados e senadores que apoiaram a criação da Frente Parlamentar da Leitura ganharam de Marcelo Almeida um exemplar do livro “Os meninos da rua Paulo”, de Ferenc Molnár. “Quem vai tratar da leitura no país precisa, primeiro, ser um bom leitor”, justificou o presidente da Frente.
A iniciativa deu certo. O deputado Alex Canziani (PTB-PR) disse que “só pelo fato de ter ganhado este livro já valeu a pena entrar na Frente”. O deputado, que tem mais de dois metros de altura, confessou que chorou “copiosamente” no vôo desta semana de Londrina a Brasília.
Também por sugestão do senador Cristovam Buarque, a segunda reunião de trabalho da Frente, cuja data será marcada no I Seminário de Incentivo à Cultura no Brasil, terá a seguinte pauta: apresentação de propostas concretas para melhorar os índices de leitura no Brasil e discussão do livro “Os meninos da rua Paulo”. O senador inspirou-se no programa Conversa Entre Amigos, que Almeida promove há quatro anos no Paraná e que já conta com mais de 600 leitores cadastrados, que se reúnem regularmente para debater uma obra literária.
Além de Almeida, Buarque e Canziani, participaram da reunião da Frente os deputados Barbosa Neto (PDT-PR), Luiz Carlos Setim (DEM-PR), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Ratinho Júnior (PSC-PR) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), o presidente da Associação Nacional de Livrarias, Vitor Tavares, e a Rosália Guedes, do Plano Nacional do Livro e Leitura.




